O artigo traz boas informações, úteis para quem viaja à Paraty, além de extensa bibliografia.
https://docs.google.com/Doc?docid=0AfKRk5TIOSmJZGc1emZzcXRfNzd6anJoNGhjYw&hl=en
terça-feira, 27 de abril de 2010
OS COGUMELOS PODEM SALVAR O MUNDO
Apesar dele, mais um, se achar capaz de salvar o mundo, lá pelo 12º minuto, na linha da shallow ecology, Paul Stamets mostra que, devido à extraordinária atividade de alguns extratos cogumélicos, a conservação das florestas mundiais é questão de segurança nacional.
Outro ponto interessante é, no oitavo minuto, o uso dos cogus para a degradação de petróleo. (Legendado)
Eu sei que os cogumelos podem ser os salvadores.segunda-feira, 26 de abril de 2010
NOTÍCIAS SOBRE O CENTRO
Importante para todos cidadãos paulistanos e também para os caipiras ruralistas da Uggi. Para quem faz a programção do centro de São Paulo, indispensável.
| http://noticias.uol.com.br/ |
ARTIGOS RELATIVOS AO MAMANGUÁ
https://docs.google.com/leaf?id=0B_KRk5TIOSmJMTA4NmMwOWYtMWM0Mi00ZDk2LTljYzMtNmVjOTVlZmI3ZTRm&hl=en
domingo, 25 de abril de 2010
MAPAS
MAPA CSN - MIRANTE DO HOTEL BELA VISTA
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ROTEIRO VALE DO PARAÍBA E ITATIAIA - SÃO DOMINGOS
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ROTEIRO VALE DO PARAÍBA E ITATIAIA - SÃO DOMINGOS
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
ARQUITETURA DAS PLANTATIONS ESCRAVISTAS NO SÉCULO XIX
O artigo analisa a planta arquitetônica de grandes unidades rurais escravistas do
Vale do Paraíba cafeeiro (Brasil), do cinturão algodoeiro de Matanzas–Cienfuegos–Trinidad
(Cuba) e do cinturão algodoeiro do Alabama e do baixo vale do Mississippi nos Estados
Unidos, todas construídas na primeira metade do século XIX. O foco incide sobre as relações
entre os processos produtivos e a disposição das casas de vivenda senhoriais e das moradias
escravas. O objetivo é examinar o peso respectivo que a função e a representação
arquitetônicas tiveram na conformação desses espaços.
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJYzAwYjM4NzItODg1OS00Njc5LThmYWUtNGNlYWM5OWEwMDI2&hl=en
Vale do Paraíba cafeeiro (Brasil), do cinturão algodoeiro de Matanzas–Cienfuegos–Trinidad
(Cuba) e do cinturão algodoeiro do Alabama e do baixo vale do Mississippi nos Estados
Unidos, todas construídas na primeira metade do século XIX. O foco incide sobre as relações
entre os processos produtivos e a disposição das casas de vivenda senhoriais e das moradias
escravas. O objetivo é examinar o peso respectivo que a função e a representação
arquitetônicas tiveram na conformação desses espaços.
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJYzAwYjM4NzItODg1OS00Njc5LThmYWUtNGNlYWM5OWEwMDI2&hl=en
domingo, 18 de abril de 2010
VÍDEOS SOBRE EDUCAÇÃO
1) Antes de subestimar a inteligência das crianças e achar que elas não vão entender o que você gostaria de ensinar, assista a esse vídeo.
2) Sir Ken Robinson fala sobre o assassinato da criatividade nas escolas, com excelente humor inglês.
3) Quatro anos depois...
4) E olha só que animação que fizeram do vídeo acima
LEITURA OBRIGATÓRIA PARA QUEM VAI PARA ITATIAIA NO DIA 20 DE ABRIL
CONCEITUANDO BAIXA VISÃO
A pessoa com baixa visão apresenta uma perda visual severa, que não pode ser corrigida através de tratamento clínico ou cirúrgico, nem com o uso de óculos convencionais.
Entretanto, ela mantém um resíduo visual que é individual e sua capacidade de usá-lo não depende somente da acuidade ou da patologia.
Esse resíduo compreende uma extensa gama de possibilidades, variando de pessoa para pessoa, e seu uso pode estar restrito desde a apenas algumas atividades da vida diária até a utilização da leitura e escrita em tinta, com recursos especializados (ópticos, não-ópticos e eletrônicos).
ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO COM PESSOAS CEGAS
As pessoas que estabelecem contato com portadores de deficiência visual, seja de forma ocasional ou regular, revelam-se de um modo geral inseguras sobre como agir diante das diferentes situações que possam ocorrer.
É importante, antes de tudo considerar que a convivência em qualquer nível ou dimensão, constitui tarefa complexa. Implica em negociações, concessões, acordos e ajustes. Não por outro motivo, todas as sociedades humanas, em qualquer tempo histórico, trataram de elaborar e implementar códigos de etiqueta, encarregados de dirigir harmoniosamente as relações, amenizando o confronto das diferenças, desafio constante na invenção do cotidiano.Nos casos onde a diferenciação social se dá através de marcas inscritas no corpo, tais estigmas podem tornar-se emblemáticas, enviesando todo processo de interação. Em tais circunstâncias, desinformação, falta de esclarecimentos, estereótipos e as fantasias que daí derivam, dificultam ainda mais o convívio com portadores de deficiência.
A lista que reproduzimos a seguir, sobre o título "Cuidados no relacionamento com pessoas cegas", é uma espécie de código de etiqueta no qual a relação com as pessoas portadoras de deficiência visual, recebe uma orientação básica, desenhada pelo negativo. Dizendo o que não se deve fazer no contato com o deficiente visual, define-se, em linhas gerais, um modo de tratamento adequado às interações das quais ele participa. As possibilidades de interação humana são muito amplas e as soluções encontradas pelos grupos para o convívio social harmônico sem dúvida ultrapassam em muito as situações contempladas na listagem de Robert Atkinson, diretor do Braille Institute of America - California. Esta porém, sem dúvida proporciona orientações essenciais para um primeiro e, eventualmente, duradouro contato, virtude suficiente para, após adaptá-la à realidade cultural brasileira, republicá-las neste espaço.
01 - Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar.
02 - Não generalize aspectos positivos ou negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os a outros cegos. Não se esqueça de que a natureza dotou a todos os seres de diferenças individuais mais ou menos acentuadas e de que os preconceitos se originam na generalização de qualidades, positivas ou negativas, consideradas particularmente.
03 - Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.
04 - Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de "cego" ou "ceguinho"; é falta elementar de educação, podendo mesmo constituir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua deficiência sensorial, física, moral ou intelectual.
05 - Não fale com a pessoa cega como se fosse surda; o fato de não ver não significa que não ouça bem.
06 - Não se refira à cegueira como desgraça. Ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão, mas, a orientação adequada consegue reduzi-la a deficiência superável, como acontece em muitos casos.
07 - Não diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade. O que ela quer é ser tratada com igualdade.
08 - Não exclame "maravilhoso"... "extraordinário"... ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telefone ou assinar o nome.
09 - Não fale de "sexto sentido" nem de "compensação da natureza" - isso perpetua conceitos errôneo. O que há na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as criaturas.
10 - Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir. Conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.
11 - Não deixe de oferecer auxílio à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto.
12 - Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos.
13 - Não tenha constrangimento em receber ajuda, admitir colaboração ou aceitar gentilezas por parte de alguma pessoa cega. Tenha sempre em mente que a solidariedade humana deve ser praticada por todos e que ninguém é tão incapaz que não tenha algo para dar.
14 - Não se dirija à pessoa cega através de seu guia ou companheiro, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se.
15 - Não guie a pessoa cega empurrando-a ou puxando-a pelo braço. Basta deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa. Nas passagens estreitas, tome a frente e deixe-a segui-lo, mesmo com a mão em seu ombro.
16 - Quando passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a ser orientada só por quem a estiver guiando.
17 - Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a mão no corrimão.
18 - Não pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira. Basta pôr-lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira, que isso lhe indicará sua posição.
19 - Não guie a pessoa cega em diagonal ao atravessar em cruzamento. Isso pode fazê-la perder a orientação.
20 - Não diga apenas "à direita", "à esquerda", ao procurar orientar uma pessoa cega à distância. Muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu.
21 - Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega. Conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas. A portas e janelas meio abertas constituem obstáculos muito perigosos para ela.
22 - Não deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.
23 - Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a certeza de que não lhe vai prender os dedos.
24 - Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas, isso auxilia a sua identificação.
25 - Não saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento. Ela pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável de falar sozinha.
26 - Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de mão substitui para ela o sorriso amável.
27 - Não perca seu tempo nem o da pessoa cega perguntando-lhe: "Sabe quem sou eu?"... "Veja se adivinha quem sou?". Identifique-se ao chegar.
28 - Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes, assim procedendo, você facilitará a integração dele ao grupo.
29 - Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa locomover-se sozinha.
30 - Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção no seu vestuário.
31 - Informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato.
32 - Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados.
33 - O pedestre cego é muito mais observador que os outros. Ele desenvolve meios e modos de saber onde está e para onde vai, sem precisar estar contando os passos. Antes de sair de casa, ele faz o que toda gente deveria fazer: procura informar-se bem sobre o caminho a seguir para chegar ao seu destino. Na primeira caminhada poderá errar um pouco, mas depois raramente se enganará. Saliências, depressões, ruídos e odores característicos, ele observa para sua maior orientação.
ALGUNS ARTIGOS SOBRE A FLORA DE ITATIAIA
Por mais específico que possa parecer, a introdução dos artigos ou das teses e dissertações sempre traz alguns dados de relevância para o nosso trabalho, independentemente de nossa formação acadêmica.
https://docs.google.com/leaf?id=0B_KRk5TIOSmJMDdlNGZjNDktNTYyMC00NDc5LWFjYjYtZWRlOTI5ZmE4OTg3&hl=en
https://docs.google.com/leaf?id=0B_KRk5TIOSmJMDdlNGZjNDktNTYyMC00NDc5LWFjYjYtZWRlOTI5ZmE4OTg3&hl=en
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
NUCLEAR AND PARTICLE PHYSICS - AN INTRODUCTION E NUCLEAR ENERGY - AN INTRODUCTION TO THE CONCEPT
Duas publicações sobre processos nucleares que valem a pena estarem nos desktops para consulta.
Serão retiradas do éter brevemente. Após isso, só sob encomenda.
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJYWRjZDgzODMtZjc0My00MDk1LTkwNzgtZTIyOTZkMWFjMDc0&hl=en
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJZmE2MWQ1MmUtNzUzZS00NDM2LWJhMDYtMjRkMGM2NjA2Y2Y5&hl=en
Serão retiradas do éter brevemente. Após isso, só sob encomenda.
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJYWRjZDgzODMtZjc0My00MDk1LTkwNzgtZTIyOTZkMWFjMDc0&hl=en
https://docs.google.com/fileview?id=0B_KRk5TIOSmJZmE2MWQ1MmUtNzUzZS00NDM2LWJhMDYtMjRkMGM2NjA2Y2Y5&hl=en
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